Concurso Público Nacional de Ideias de Arquitetura para a Casa da Mulher Indígena (CAMI) | Concurso de Arquitetura

1. Introdução
O Concurso Público Nacional de Ideias de Arquitetura para a Casa da Mulher Indígena (CAMI) é uma iniciativa inédita da Universidade de Brasília (UnB), em parceria com o Instituto de Arquitetos do Brasil – Departamento Distrito Federal (IAB-DF), com o objetivo de reconhecer os direitos das mulheres indígenas e criar um espaço seguro, acolhedor e simbólico para elas.
2. Apresentação
O concurso busca superar as violências estruturais herdadas do colonialismo, do racismo e da negação histórica de políticas públicas para os povos originários. A Casa da Mulher Indígena é um equipamento voltado ao acolhimento, proteção e cuidado das mulheres indígenas em situação de violência, respeitando suas culturas, territórios, línguas e saberes tradicionais.
3. Sobre o Projeto
O projeto nasce em resposta a um cenário de grave invisibilidade e negligência institucional, com a escassez de dados sobre violência contra mulheres indígenas, a ausência de serviços específicos, a distância dos equipamentos públicos, a barreira linguística, o racismo institucional e o uso indevido da noção de “cultura” para justificar a violação de direitos. A proposta se alicerça em uma perspectiva reparatória, interseccional e territorializada, enfrentando não apenas as violências de gênero, mas também os múltiplos silenciamentos e barreiras institucionais vivenciados por essas mulheres.
4. Cronograma
– [16.02.2026]: Edital do Concurso – Errata 02
– [16.03.2026]: Edital do Concurso – Errata 03
– [26.04.2026]: Edital do Concurso – Errata 05
– [27.04.2026]: Edital do Concurso – Errata 06
– [03.02.2026]: Especificações Técnicas – Errata 01
– [16.03.2026]: Documentos Legais (apenas Anexo 08 – Minuta do Contrato – Errata 04)
5. Prêmios
– [Colocação]: [Valor], [Benefícios]
– O concurso oferece prêmios para as propostas vencedoras, mas não há informações específicas sobre os valores e benefícios.
6. Júri
– O júri do concurso é composto por especialistas em arquitetura, urbanismo e direitos humanos, mas não há informações específicas sobre os membros do júri.
